Dia 1: CIDADE DE ORIGEM – VARSÓVIA
Chegada ao aeroporto de Okęcie em Varsóvia. Encontro com o guia e visita da capital da Polónia – a maior parte do que vamos ver é uma reconstrução feita depois da II Guerra Mundial graças à qual Varsóvia faz parte da Lista do Património da Humanidade da UNESCO desde 1980. Começaremos o circuito com passeio pelo Parque Łazienki (Parque dos Banhos Reais), onde se encontra o Palácio sobre a Água – residencia estival do último rei polaco, Estanislau Augusto Poniatowski e o monumento dedicado ao compositor polaco mais conhecido – Frederico Chopin. Continuaremos o circuito no autocarro pela Rota Real, onde admiraremos palácios da aristocracia polaca que actualmente são sedes de embaixadas estrangeiras e organismos oficiais polacos. Uma vez que nos encontremos na Cidade Velha prosseguiremos a pé passando pela Praça do Castelo onde se encontra o coluna do Rei Segismundo III que transferiu a capital de Cracóvia para Varsóvia em 1596. Entraremos na Catedral de São João situada na rua Świętojańska, reconstruída tal como o centro histórico de Varsóvia, no pós-guerra. De seguida chegaremos à Praça Principal, em cujo centro se ergue a estátua da Serenita, o símbolo da capital polaca. Seguiremos o circuito passando pela Barbacana para entrar na Cidade Nova, na qual nasceu a Madame Curie, a única mulher que ganhou dois prémios Nobel. O nosso passeio finaliza pela Praça Krasiński com o monumento em homenagem a 200 mil pessoas que perderam a sua vida na Insurreição de 1944. Aí tomaremos o ónibus para ver a Praça Piłsudski, onde o Papa João Paulo II celebrou a sua primeira missa no dia 2 de Junho de 1979 durante a sua primeira peregrinação por Polónia - no decurso da qual proferiu uma frase famosa: “Que desça o espírito do Senhor e que mude a face da terra, desta terra”. Muitos dizem que esta frase deu lugar a muitas alterações que ocorreram na Polónia nos anos 80. De seguida vamos até ao antigo gueto de Varsóvia destruido totalmente depois do Levantamento de 1943, onde se destacam dois monumentos: aos Heróis do Gueto e ao Umschlagplatz. Chegada ao hotel, distribuição de quartos. Jantar e alojamento no hotel.
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Dia 2: VARSÓVIA – CZĘSTOCHOWA (216 km/134 milhas) – CRACÓVIA (145 km/90 milhas)
Pequeno almoço no hotel e saída até Częstochowa – a capital espiritual da Polónia. Visita do Santuário e Mosteiro dos Padres Paulinos em Jasna Góra (Monte Claro). Este é um Santuário Mariano mais famoso da Polónia e destino de peregrinações. O mais visitado em Jasna Góra é um ícone milagroso da Mãe de Deus conhecida como a Virgem Negra, que segundo a tradição foi pintada pelo São Lucas, o Evangelista. O quadro foi trazido até Częstochowa o Príncipe Ladislao de Opole em 1382. Em 1430, uns ladrões ligados ao movimento hussita entraram na Capela e com as suas espadas provocaram danos na face da Virgem que desde aí tem o rosto destruído. Visitaremos a capela do Quadro Milagroso, Sala dos Cavaleiros, veremos a Via Crucis pintada por Duda Gracz, visitaremos o Museu dos Seiscentos Anos e o Tesouro. Almoço num restaurante local. De seguida sairemos em direcção a Cracóvia. Chegada ao hotel, distribuição de quartos, jantar e alojamento.
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Dia 3: CRACÓVIA – AUSCHWITZ (60 km/37 milhas) – CRACÓVIA (60 km/37 milhas)
Pequeno almoço no hotel e saída para visitar a capital da antiga Polónia, centro da ciência, cultura e arte, com uma tradição de mais de mil anos. Vamos visitar Stare Miasto (Cidade Velha), lugar em 1978 se inluiu na primeira Lista do Património da Humanidade da UNESCO. O coração da Cidade Velha forma a Praça Maior com a Basílica Mariana e o seu majestoso retábulo maior (13 metros de altura) – obra-prima de Veit Stoss. Da torre mais alta desta igreja um trompetista toca de hora em hora uma melodía, o lendário Hejnał, cuja tradição remonta o século XIII quando Cracóvia foi invadida pelos tártaros. O itinerario da nossa visita levar-nos-á também a Uniwersytet Jagielloński onde estudou Copérnico e Karol Wojtyła, e à rua Franciszkańska 3 onde se encontra o Palácio dos Arcebispos de Cracóvia com a famosa janela do Papa onde Karol Wojtyła saudava os fiéis reunidos ao lado do Palácio durante as suas visitas. O futuro Papa viveu no Palácio em 1944 e o arcebispo Sapieha ordenou-o sacerdote na capela palatina em 1946. Karol Wojtyła voltou a viver no Palácio entre 1967-1978 onde passou muito tempo rezando na contígua Igreja dos Franciscanos – uma lápide recorda o banco onde ele rezava. Zamek Królewski (Castelo Real) na Colina de Wawel foi residencia dos reis polacos até ao século XVIII e juntamente com a Catedral, a partir de 1320, serviu como lugar de coroações reais e para o descanso eterno dos Reis da Polónia a partir de 1333. A Catedral foi o lugar onde Karol Wojtyła foi bispo de Cracóvia e na Capela de São Leonardo situada nos sótãos da mesma foi onde celebrou a sua primeira missa. Almoço num restaurante típico da cidade. Saída até Oświęcim onde vamos ver o Campo Auschwitz I estabelecido pelos nazis alemães no ano de 1940 em edificios das antigas guarnições polacas, onde hoje se encontra um museu que conta a história da II Guerra Mundial, do Holocausto e da persecução das minorias e de nações inteiras. Vamos entrar nos blocos números 4 e 5 que reúnem provas encontradas pelos russos que entraram no Campo no dia 27 de Janeiro de 1945; sapatos de adultos e de crianças, óculos, paramentos litúrgicos de judeus, próteses, utensílios de cozinha, malas, objectos de bebés, cabelo humano no qual se encontraram pegadas de Gás Zyklon B e cremes de sapatos de distintas origens. Seguidamente vamos ver o pátio com o paredão da morte onde fusilavam os prisioneiros e o bloco nº.11, todo original, com celas especiais situadas na parte subterrânea, onde em Setembro de 1941 pela primeira vez os nazis alemães experimentaram com o gás Zyklon B com seiscentos prisioneiros soviéticos da guerra e duzentos e cinquenta polacos. Na cela número 18 passou os seus últimos días o Padre Maximiliano María Kolbe, que se ofereceu como troca a um padre da família que tinha sido condenado à norte por fome – nesta cela rezou o Papa em 1979 e colocou uma vela. O Papa Bento XVI visitou Auschwitz em 2006. Vamos passar pela Praça dos Recontos onde os prisioneiros por vezes se assistiam a execuções de outros presos. De seguida vamos entrar na Câmara de Gás provisória utilizada pelos Nazis alemães até o ano de 1942 quando acabou a construção de quatro grandes complexos de câmaras de gás e fornos crematórios no campo de Auschwitz II Birkenau, estabelecido no ano de 1941 e situado a 3 kms de distáncia, onde também nos dirigiremos. Neste Campo, Auschwitz II Birkenau, vamos entrar nuns barracões de madeira, passaremos pela rampa da selecção e vamos chegar ao Monumento dedicado as Víctimas. Regresso a Cracóvia. Jantar e alojamento no hotel.
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Dia 4: CRACÓVIA – KALWARIA ZEBRZYDOWSKA (35 km/22 milhas) – WADOWICE (14 km/9 milhas) – OLOMOUC (192 km/120 milhas)
Café da manhã no hotel. Saída até Kalwaria Zebrzydowska com a sua Basílica, Mosteiro dos Padres Franciscanos Menores, os Caminhos do Calvário e da Virgem Maria. À volta do Santuário há mais de 40 capelas e o caminho que compreende todo o circuito de mais de 6kms/3,7 milhas num terreno que se parece com a topografía de Jerusalém. Durante a Semana Santa realiza-se aqui uma romaria e os espectáculos relativos ao Mistério da Paixão do Senhor e no dia 15 de Agosto realiza-se a procissão dedicada à Virgem. Kalwaria Zebrzydowska foi um lugar muito importante para o Papa João Paulo II, que passou uns dias alí com o seu pai e com o seu irmão depois da morte da sua mãe, e onde voltou muitas vezes como Sacerdote, Bispo de Cracóvia, Cardeal e Papa, para andar pelos caminhos e rezar em frente ao Quadro Milagroso da Virgem de Kalwaria Zebrzydowska. A úlitma vez que o Papa João Paulo II veio aqui foi no ano de 2002 para celebrar os 400 anos da existencia deste lugar. O Papa Bento XVI veio rezar no Santuário em 2006. Continuação para Wadowice, situado a uns minutos deste lugar, cidade natal de Karol Wojtyła. Visita da Igreja Paroquial onde se pode ver a fonte baptismal onde Karol Wojtyła foi baptizado e a Capela da Virgem do Perpétuo Socorro onde o Papa rezou em diversas ocasiões. Almoço no restaurante local durante o qual vamos provar o doce preferido do Papa – Kremówka. Depois do almoço continuaremos a nossa viagem até Olomouc, já na República Checa. Chegada, check in no hotel, jantar e alojamento.
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Dia 5: OLOMOUC – SVATÝ KOPECEK (10 km/6 milhas) – VIENA (226 km/140 milhas)
Café da manhã no hotel e visita de Olomouc que é a terceira maior cidade da República Checa mas a segunda relativamente a monumentos entre os quais se destaca a Coluna da Santíssima Trindade com uma altura de 35 metros (115 pés), contruída entre 1716-1754 na Praça Maior, considerada Património da UNESCO. Muito famoso é também o Relógio que perdeu muitos dos seus pormenores depois da Segunda Guerra Mundial e hoje em dia tem adornos da época socialista. A igreja mais importante é a Catedral de São Wenceslau, remodelada em finais do século XIX em estilo neo-gótico conservando, contudo, muitos elementos originais. Perto da Catedral perdeu a vida o Rei Wenceslau III quando ia para a Polónia. Almoço num restaurante local. Depois do almoço, traslado com o ónibus a Svaty Kopecek que está a poucos quilómetros da cidade de Olomouc. É aí onde se encontra a Basílica da Visitação da Virgem Maria cujos inícios datam do século XVII, dos tempos da Guerra dos Trinta Anos quando se construiu uma pequena capela dedicada à Virgem. A Igreja actual foi construída entre 1669 e 1679 segundo o projecto de um artista italiano G.P. Tencalha. O Papa João Paulo II visitou este Santuário Mariano em 1995. Continuação até Viena. Check in no hotel. Jantar e alojamento.
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Dia 6: VIENA
Café da manhã no hotel e início da visita guiada da cidade. Viena, a capital austríaca, está situada nas margens do rio Danúbio. A cidade foi fundada há 2500 anos como um burgo celta e no ano 15 foi fronteira do Império Romano – Vindobona. Obteve os direitos urbanos en 1221 floresceu sob o dominio dos Babenberg e depois sob o dominio dos Habsburg. Pela manhã vamos ver o centro histórico de Viena, a Catedral de Santo Estévão. A primeira igreja foi construída entre 1230-1263 no estilo românico tardio. A partir de 1365 foi sede do Capítulo, desde 1469 sede do Bispo que se transformou no arcebispado em 1723. . A Catedral de Viena é considerada como um dos maiores templos europeus. Vamos passear pelas ruas do centro vendo a Igreja de São Ruprecht – a mais antiga de Viena construída no século XI, que serviu nos seus inícios a pescadores e navegadores que rezavam ali pedindo boa viagem. O Palácio de Hofburg era a antiga residencia dos soberanos de Viena cujos inícios datam do século XIII. Foi remodelado varias vezes, sobretudo pelos Habsburg que utilizavam este Palácio como residencia de inverno. Almoço num restaurante local. À tarde vamos ver o famoso Ring e visitar o Palácio Schonbrunn – palacio de veraneio remodelado nos tempos de Maria Teresa em estilo Barroco. Foi aqui que nasceu e faleceu o Imperador Francisco José e onde viveu a sua esposa Sissi. Jantar e alojamento no hotel.
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Dia 7: VIENA – MARIAZELL (162 km/101 milhas) – HEILIGENKREUZ (100 km/62 milhas) – VIENA (36 km/22 milhas)
Pequeno almoço no hotel e saída até Mariazell que é uma pequena aldeia de 2000 habitantes que todos os anos alberga mais de um milhão de peregrinos provenientes não apenas da Áustria mas também de toda a Europa. A data da fundação do Santuário é de 21 de Dezembro de 1157 quando Abad Otker da abadia dos benedictinos de St. Lambrecht manda o Monge Magnus à zona de Mariazell que pertencia à abadia, com a desculpa de trabalho de evangelização. O monge leva consigo uma estátua românica feita de madeira de tília que representa a Virgem. No dia 21 de Dezembro o seu caminho é bloqueado por uma grande rocha. O monge reza à Virgen e a rocha cede. Depois da chegada ao sítio Magnus coloca a estátua sobre um tronco cortado e começa a construir o que viria a ser a capela e a cela. Henrique de Morávia e sua esposa são os primeiros que chegam e recuperam a saúde graças às orações em Mariazell, depois de terem seguido o conselho de São Wenceslau. Henrique está entre um dos fundadores do primeiro Santuário. A primeira informação sobre o lugar aparece no ano de 1243. O documento emitido pelo bispo de Salzburgo em 1300 apresenta o Santuário como o lugar de peregrinações mais visitado pelos fiéis. No ano de 1365 o rei húngaro Luís ganha a batalha contra os turcos graças à intervenção da Virgem de Mariazell – este milagre é documentado num dos quadros colocado no Tesouro do Santuário, entre outros tantos. Cerca do ano 1500 Mariazell é um dos lugares mais famosos de peregrinação – vinha gente da que actualmente, é a Baviera, Chequia, França, Itália, Polónia, Alemanha, Suíça, Áustria e Hungria. Com a contra-reforma aumenta o número de peregrinos. Depois da recomendação feita pelos Habsburgos a toda a familia e a todo o País relativa à Virgem de Mariazell, começam a vir também os nobres. É o Abade Benedicto Pierin de St. Lambrecht quem toma a decisão de largar o Santuário no estilo Barroco. O italiano Domenico Sciassa prepara o projecto mas vem a falecer em 1679, quatro anos antes de acabar a sua obra mais importante e só em 1704 se consagra a actual construção. O Santuário sofreu um incêndio no século XIX mas, por sorte, o interior não sofreu danos. Os poucos danos foram reparados graças a donativos provenientes de todo o país. Almoço num restaurante local em Mariazell e continuação até Heiligenkreutz, lugar que se fundou em 1133. O Beato Otto, monge cisterciense, bispo de Freising tinha pedido ao seu padre ajuda para establecer a nova orden monástica em Áustria. Estes foram os inícios de Heiligenkreutz à qual Leopoldo V oferece em 1188 a relíquia da Santa Cruz que é o maior fragmento que se encontra a norte dos Alpes. O Mosteiro de Heiligenkreutz é o mais antigo do mundo que ainda existe. No complexo vamos ver a Igreja românica e a Capela da Relíquia. Regresso ao hotel, jantar e alojamento.
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Dia 8: VIENA – MELK (89 km/55 milhas) – SALZBURGO (219 km/136 milhas)
Café da manhã no hotel e saída até Melk. Stift Melk é uma abadia benedictina, situada nas proximidades do vale Wachau e um dos mosteiros cristãos mais famosos do mundo, Património da Humanidade. No ano de 1089 Leopoldo II entregou um dos seus castelos aos melhores monges benedictinos da abadia de Lambacht. No século XII os monges fundaram uma escola e começaram a escrever os manuscritos cuja extensa colecção se encontra na biblioteca. No século XV Melk foi o centro da Reforma – um movimento que devolveu certo vigor à vida monástica da Áustria e do sul da Alemanha. Em 1625 a Abadia de Melk chegou a ser membro da Congregação Austríaca, actualmente incluída na Confederação Benedictina. As obras que dão o actual aspecto barroco ao complexo começaram em 1702 – foi Jakob Prandtdauer o arquitecto mestre, sendo a decoração de Johann Michael Rottmayr composta de frescos e de Paul Troger a pintura do teto da famosa biblioteca. O convento, graças à sua fama internacional não desapareceu durante a época do imperador José II. Sobreviveu também à época napoleónica e ao Anschluss de 1938. A escola voltou a funcionar quando acabou a II Guerra Mundial e hoje em dia 900 estudantes de ambos os sexos saiem formados daqui. Um dos escritores mais famosos do Mundo Umberto Eco, no seu livro “O nome da Rosa” apresentou como um dos protagosnistas a Adso de Melk. Almoço num restaurante local. Saída em direcção a Salzburgo. Chegada, check in no hotel, jantar e alojamento.
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Dia 9: SALZBURGO – ST. MARIA PLAIN (6 km/4 milhas) – MUNIQUE (146 km/91 milhas)
Pequeno almoço no hotel e visita de Salzburgo que é a quarta cidade austríaca e também um dos sítios inscritos na Lista do Património da Humanidade pela UNESCO desde 1996. É também cidade natal de grande génio da história da música Wolfgang Amadeus Mozart e de Herbert von Karajan. Vamos visitar a casa-museu de Mozart, situada em Getreidegasse (Rua de Grão) que reúne os seus objectos pessoais. Seguidamente vamos caminhar pelas ruas estreitas da cidade, vamos entrar na Catedral cujo edificio do século XVII domina a zona da Cidade Velha. A Catedral está dedicada a São Ruperto cujas relíquias jazem dentro. Vamos atravesar o cemitério monumental de São Pedro e subir a colina onde se encontra a Fortaleza de Hohensalzburg que é a maior e a melhor conservada em toda a Europa. Foi sitiada muitas vezes mas nunca foi tomada. A sua construção começou no ano de 1077 sob as ordens do Príncipe Arcebispo Genhard von Helffenstein. Foi ampliada e reforçada com bastiões, torres, trincheiras e muros até ao século XVII. Almoço num restaurante local. À tarde saída até à vila próxima de Bergheim onde se encontra a Basílica de Santa Maria Plain a qual se considera a tradicional Igreja das Peregrinações da cidade de Salzburgo. Segundo a lenda, a imagen da Virgem Maria com o Menino Jesus ficou intacta durante um grande incêndio que destruiu a cidade de Regen - situada na Baviera – durante a Guerra dos 30 Anos. Depois deste acontecimento o quadro foi mandado para Salzburgo e o Príncipe – Arcebispo Guidobald Thun fundou uma capela el 1652. O Príncipe Arcebispo Max Gandolf fundou a Igreja ao lado da Capela e foi um artista italiano, Giovanni Antonio Dario, que projectou o Santuário e dirigiu as obras nos anos 80 do século XVII. O quadro Milagroso está em frente do Retábulo – foi coroado em 14 de Julho de 1751 e Mozart compôs a Missa da Coroação para o 28º. Aniversario. Há ainda duas capelas ao lado do Santuário – a Heilige Grab Kapelle – que á a capela do Túmulo Sagrado e contém a réplica do Túmulo de Cristo em Jerusalém. Schmerzenkapelle quer dizer a Capela da Dor que contém Piedade. É obra de Franz Schwanthaler. Continuação até Munique. Check in no hotel, jantar e alojamento.
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Dia 10: MÚNICH – ALTÖTTING (97 km/60 milhas) – MARKTL AM INN (15 km/9 milhas) – MÚNICH (112 km/70 milhas)
Pequeno almoço no hotel e visita guiada da cidade de Munique, Capital do Estado de Bavaria na Alemanha. Munique é uma das maiores cidades do País. Aos visitantes oferece muitos lugares de interesse, museus, galerías de arte – não obstante os danos sofridos na II Guerra Mundial, a cidade foi reconstruída nos anos 50. O coração da cidade é Marienplatz – a Praça da Maria com o imponente edificio da Nova Prefeitura com o seu famoso carrilhão. Um breve passeio e avista-se a Fraenkirche – a Catedral da Nossa Senhora – um dos símbolos da cidade. O Papa Bento XVI foi arcebispo de Munique e Freising entre 1977 e 1981. Do outro lado de Marienplatz se encontra Aktualienmarkt – o Mercado de Alimentos – hoje em dia não só mercado mas também um dos muitos lugares em Munique onde se pode provar o típico da região: Weisswurst – salsicha branca – e Leberkäs – uma espécie de enchido quente, e obviamente, a cerveja. Não nos esqueçamos que desde 1810, na Capital da Bavaria todos os anos se organiza a famosa Octoberfest para a qual vêm milhões de pessoas de todo o mundo. A zona de Theresienwiese cobre-se de carpas, quiosques e postos que oferecem litros e litros de cerveja. Noutras temporadas do ano vale a pena entrar na Hofbräushaus – uma cervejaria de 1589 cujo edificio actual é do século XIX, situada no coração de Munique, que tem capacidade para 3000 pessoas. A capital da Bavaria significa também o mundo BMW (siglas em alemão de: Bayerische Motoren Werke - Fábrica de Motores da Bavaria – que existe desde 1916 e que em 1917 desenvolveu um motor de avião de alta compressão. Em 1923 desenvolveu a primeira motocicleta e em 1929 fabricou o seu primeiro carro. É também muito famosa pelo FC Bayern de Munique com o seu extraordinário estádio de futebol. Almoço em restaurante local e saída até Altötting, uma pequena cidade de cerca de treze mil habitantes onde se encontra o Santuário Mariano mais importante de Alemanha. No ano de 1489 uma criança de três anos se afoga no rio e a sua mãe desesperada, leva o corpo do seu filho diante da Imagem da Virgem Maria e a criança ressuscita. A informação sobre o milagre estende-se e começa a chegar gente para rezar diante da Virgem e para pedir favores. Hoje em dia, todos os anos chega mais de meio milhão de peregrinos para venerar a Nossa Amada Senhora de Altötting – Unsere Liebe Frau von Altotting – colocada na capela da Graça. Na mesma Capela, de acordo com a tradição, se encontram umas urnas com corações dos reis mortos da familia Wittlesbach – entre os quais se encontra o coração do Rei Ludwig II chamado "O Loco” – construtor do Castelo de Neuschwenstein. O Papa João Paulo II visitou o Santuário em 1980 e o Papa Bento XVI desde muito novo se dirigía a Altötting. Na mente do Papa Bento ficou gravado o dia da canonização do Padre Konrad de Parzham – capuchinho porteiro da Igreja de Santa Ana que tinha falecido em 1894. A sua canonização foi no ano de 1934. Foram muitas as vezes que Bento XVI veio a este Santuário: em 1989 durante o Ano Jubilar presidiu à cerimónia de inauguração, em 1999 veio para a celebração dos 400 anos da Congregação Mariana, em 2001 durante a última etapa acompanhou a milhares de pessoas que tinha feito a peregrinação a pé, em janeiro de 2005 realizou uma peregrinação privada com o seu irmão Georg. No dia 24 de Abril do mesmo ano deu graças ao alcaide da cidade Herbert Hofbauer pela réplica da Virgem. Em Altötting vamos ver o Santuário com a Virgem e o Quadro Panorâmico que representa a Crucificação de Cristo pintado em 1903. Saída até Marktl am Inn, uma aldeia de 2700 habitantes tradicionalmente conhecida por organizar mercados de 1422. A personagem mais importante que nasceu em Marktl é O Papa Bento XVI cuja casa-museu visitaremos. Vamos entrar também à Igreja que conserva a fonte baptismal onde foram baptizados o pequeno Joseph Ratzinger no mesmo dia que nasceu – no dia 16 de Abril de 1927. Regresso ao hotel, jantar e alojamento.
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Dia 11: MUNIQUE – CIDADE DE ORIGEM
Pequeno almoço no hotel. Tempo livre até à hora de traslado do hotel ao aeroporto para tomar o voo para a cidade de origen. Fim dos nossos serviços.
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Dia 11: MUNIQUE – RATISBONA (125 km/78 milhas) – PRAGA (263 km/163 milhas)
Café da manhã no hotel e saída em direcção a Regensburg (Ratisbona) – uma cidade da Bavaria que surgiu na confluencia de dois rios: Danúbio e Regen. O nome provém do nome celta Radasbona. Cerca do ano 90 d.C. os romanos construiram uma fortificação, em 179, na época do Imperador Marco Aurélio puseram a primeira pedra da cidade e construiram o forte chamado Castra Regina para a II Legião Itálica. Na época medieval a cidade converteu-se no centro político do Sacro Império Romano Germânico. Durante os tempos do Império Napoleónico Ratisbona foi tomada muitas vezes quer por austríacos quer pelos franceses. No século XIX e nos inícios do século XX Ratisbona não se industrializou o que a salvou dos bombardeamentos dos aliados durante a Segunda Guerra Mundial. No ano 2006 a parte antiga da cidade foi considerada Património Mundial. Durante a nossa estadia visitaremos a Catedral de São Pedro e cruzaremos a Ponte da Pedra que une as margens do Danúbio desde o ano de 1146. Almoço num restaurante local. Continuação até Praga, capital da República Checa. Chegada, check in no hotel. Jantar e alojamento.
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Dia 12: PRAGA
Café da manhã no hotel. Visita guiada da cidade. Praga assim como a conhecemos agora formou-se em 1784 quando se juntaram cinco núcleos históricos: a Cidade Velha, a Cidade Nova, Josefov, Mala Strana e Hradcany. A partir de 1992 Praga é Património da Humanidade. Vamos começar a nossa visita por Loreta que é um complexo de edificios sacros barrocos cuja construção começou em 1626. A fundadora era uma baronesa checa de nome Catalina Lobkovic. O elemento central é a casa de Loreto projectada por um arquitecto italiano Giovanni Orsi que foi consagrada a muito poucos anos de início das obras – já em 1631. Depois vamos até à Catedral dedicada a San Vito, São Wenceslau e São Adalberto que é panteón nacional, onde jazem os soberanos checos, e onde se guardam as insignias da coroação dos reis, entre os quais a famosa coroa de São Wenceslau. A primeira igreja foi construida nos tempos de Wenceslau I em 925 e estava dedicada a San Vito e no ano de 973 obteve o título de Catedral. A construção do actual edifício foi iniciada em 1344 e um dos seus construtores foi Peter Parler que é o autor da Capela de São Wenceslau. Seguidamente vamos ver o Castelo e vamos baixar até as ruas e ruelas de Mala Strana para chegar à Igreja da Virgem Maria Vitoriosa onde se encontra a famosa estátua do Menino Jesús de Praga – o lugar de peregrinação mais famosos de Praga e de toda a Boémia mais conhecida no estrangeiro. Almoço no restaurante local. À tarde vamos chegar à famosa Ponte Carlos cujos inícios remontam ao século XIV – a construção da ponte foi entregada a Peter Parler. Na época barroca acrescentaram-se 30 figuras de Santos entre as quais se destaca a de São João Nepomuceno – diz-se que tocando com a mão esquerda a estátua e os baixos relevos situados no pedestal se cumprem os desejos e se regressa a Praga. Depois vamos até à Praça Principal onde se encontra o edifício da Câmara com o famoso Relógio que se construiu em 1410 por Mikulas de Kadane. O relógio mostra quatro modos de medir o tempo – o antigo checo, o antigo alemão, o tempo astronómico e o tempo medido segundo as normas babilónicas. De hora em hora, entre as 9 e as 21 nas aberturas aparecem as doze figuras dos doze Apóstolos – o seu desfile acaba com o canto do galo. Chegada ao hotel, jantar e alojamento.
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Dia 13: PRAGA - CIDADE DE ORIGEM
Café da manhã no hotel. Tempo livre até a hora do traslado do hotel ao aeroporto para tomar o voo e a cidade de origem. Fim dos nossos serviços.
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Filme recomendado
Wladyslaw Szpilman, um brilhante pianista polaco de origem judaica, vive com a sua família num gueto de Varsóvia. Quando, em 1939, os alemães invadem a Polónia, consegue evitar a deportação graças à ajuda de alguns amigos. Mas terá que viver escondido e completamente isolado durante muito tempo, e para sobreviver terá de enfrentar perigos constantes. (FILMAFFINITY)
Filme recomendado
Segunda Guerra Mundial (1939-1945). Oskar Schindler (Liam Neeson), um homem de enorme astúcia e talento para as relações públicas, organiza um ambicioso plano para ganhar a simpatia dos nazis. Depois da invasão da Polónia pelos alemães (1939), consegue graças às suas relações com os nazis, a propriedade de uma fábrica de Cracóvia. Aí emprega centenas de operários judeus cuja exploração o faz prosperar rapidamente. O seu gerente (Bem Birgsley), também judeu, é o verdadeiro director na sombra, pois Schindler carece completamente de conhecimentos para dirigir uma empresa. (FILMAFFINITY)
Filme recomendado
Karol é a biografia de Karol Wojtyla, antes de ser Papa João Paulo II, começando quando tinha 19 anos e terminando quando é eleito Papa. (FILMAFFINITY)
Leitura recomendada
Roma Ligocka, conhecida pintora polaca e prima do famoso cineasta Roman Polański, é a menina do abrigo vermelho do filme A Lista de Schindler. Aliás, no filme de Spielberg a menina morre enquanto a verdadeira Roma sobreviveu e conta a sua história nestas excepcionais memórias.
Os fuzilamentos e as deportações eram quotidianos. Roma e a sua mãe conseguiram fugir com documentação falsa. Uma família polaca, comovida com a menina, que com o seu agasalho vermelho parecia um morango, escondeu as ambas. Ainda hoje, Roma é uma dessas – crianças ocultas – que hoje em dia se denomina aos sobreviventes dessa geração – que sobreviveu ao inferno e um dos primeiros a tomar a palavra. Desde a perspectiva da infância, mostra o que significa crescer no meio do medo e da violência, o que significar olhar para os mortos ao vivo e experimentar como uma certeza que a vida não tem qualquer valor.
No pós-guerra a vida de Roma tomará um rumo inusitados: a relação com o seu primo Roman Polański, a juventude na Polónia estalinista, o ambiente artístico de Cracóvia… mas que está marcada pelos terríveis acontecimentos da sua infância.
Um livro fascinante e comovedor sobre o terrível efeito de uma história cruel na vida de uma mulher e artista sensível.
Sempre que o guia acompanhante, entender oportuno, em algunas saídas, a ordem das visitas pode ser alterada mantendo sempre o conteúdo.
Este programa foi preparado de acordo com as normas europeias de 11 de Abril de 2007 relativamente a horas de trabalho e de descanso do condutor.
Preços baseados para grupos com o mínimo de participantes. Para grupos com maior ou menor número de participantes terá que ser soloictado para novo orçamento.
O preço da viagem está baseado na câmbio do Złoty Polaco ao dia de cotização. Qualquer flutuação no câmbio ou variação de preços de combustível poderá afectar o preço da viagem implicando, de este modo, novo preço.
PREÇO ESTIMADO PARA UM GRUPO DE 30 PESSOAS NO HOTEL 4*: 1.206 € POR PESSOA EM QUARTO DUPLO. ESTA TARIFA NÃO INCLUI O VOO MAS SIM SERVIÇOS TERRESTRES.
PREÇO ESTIMADO PARA UM GRUPO DE 25 PESSOAS NO HOTEL 4*: 1.316 € POR PESSOA EM QUARTO DUPLO. ESTA TARIFA NÃO INCLUI O VOO MAS SIM SERVIÇOS TERRESTRES.
PREÇO ESTIMADO PARA UM GRUPO DE 20 PESSOAS NO HOTEL 4*: 1.426 € POR PESSOA EM QUARTO DUPLO. ESTA TARIFA NÃO INCLUI O VOO MAS SIM SERVIÇOS TERRESTRES.
ESTE PREÇO PODE VARIAR PARA BAIXO OU PARA CIMA DEPENDENDO DAS DATAS, SERVIÇOS SOLICITADOS E NÚMERO DE PARTICIPANTES.
PEÇA-NOS O ORÇAMENTO SEM COMPROMISSO.
SUPLEMENTOS:
SUPLEMENTO QUARTO INDIVIDUAL NO HOTEL 4*: 400 €
DESCONTO 3ª PESSOA EM QUARTO TRIPLO: 15%
EXTENSÃO PRAGA 3 DIAS/2 NOITES NO HOTEL 4*: 180 €
SUPLEMENTO QUARTO INDIVIDUAL NO HOTEL 4*: 80 €
DESCONTO 3ª. PESSOA EM QUARTO TRIPLO: 15%
O preço inclui:
10/12 noites em hotéis de 4*: 1 em Varsóvia, 2 noites em Cracóvia, 1 noite em Olomouc, 3 noites em Viena, 1 noite em Salzburgo, 2 noites em Munique, 2 noites em Praga (no programa de 13 dias).
10/12 cafés da manhã nos hotéis.
9/11 almoços em restaurantes locais.
Água incluída nos almoços e jantares.
Autocarro de luxo durante todo o percurso.
Guia acompanhante de expressão portuguesa durante todo o percurso.
Visitas guiadas: meio dia em Varsóvia, 2 horas em Częstochowa, 4 horas em Cracóvia, 3 horas em Auschwitz, 2 horas em Olomouc, 6 horas em Viena, 1 hora em Melk, 3 horas em Salzburgo, 3 horas em Munique, 2 horas em Ratisbona (no programa de 13 dias), 5 horas em Praga (no programa de 13 dias).
Bilhetes de entrada: Catedral de Cracóvia, Basílica de Santa Maria em Cracóvia, Palácio de Schonbrunn em Viena, Abadia Beneditina em Melk, Casa de Mozart em Salzburg, Casa Natal do Papa Bento XVI em Marktl Am Inn; Loreto, a Catedral de São Vito e Castelo em Praga (no programa de 13 dias).
Refeições e alojamento do guia acompanhante.
Refeições e alojamento do condutor.
Seguro de viagem e cancelamento.
O preço não inclui:
Bilhete de avião.
Extras tais como chamadas telefónicas, gratificaões, etc.
Qualquer item que não tenha sido mencionado no programa ou na página referente ao programa.
IMPORTANTE: ESTE ITINERÁRIO É UMA “SUGESTÃO” E PODE SER MODIFICADO DE ACORDO COM AS NECESSIDADES PASTORAIS, PODENDO REALIZAR PEREGRINAÇÕES À LA “CARTA”.